Jardim Botânico

Eu colocaria o Jardim Botânico entre as primeiras paradas.

É um dos lugares mais conhecidos de Curitiba e é excelente para caminhar, fotografar e simplesmente aproveitar o passeio.

Não tenha pressa.

Você não está fazendo uma prova.

A ideia dessa viagem é justamente permitir que você tenha tempo para olhar, fotografar, sentar e aproveitar.

O Jardim Botânico também possui o Jardim das Sensações, cuja visita tem horário próprio.

Museu Oscar Niemeyer

Se você gosta de arte, arquitetura e fotografia, reserve algumas horas.

O Museu Oscar Niemeyer funciona de terça a domingo, das 10h às 18h.

Atualmente, o ingresso inteiro custa R$ 36 e a meia-entrada custa R$ 18.

Existe ainda uma ótima maneira de economizar:

a entrada é gratuita às quartas-feiras e no último domingo do mês.

Isso mostra uma coisa importante:

Antes de comprar um ingresso, sempre entre no site oficial da atração e veja se existe algum dia gratuito.

Uma viagem econômica não significa deixar de conhecer lugares.

Significa saber quando ir.


11. Ópera de Arame

A Ópera de Arame também está no roteiro da Linha Turismo.

Você pode descer, conhecer o espaço, tirar fotografias e depois continuar.

Mas não tente visitar todos os lugares pagos no mesmo dia.

Escolha aqueles que realmente interessam a você.

A economia começa justamente aí.

Não é porque você está viajando que precisa comprar ingresso para tudo.


12. Parque Tanguá

Reserve um tempo para o Parque Tanguá.

É um daqueles lugares em que vale a pena simplesmente caminhar e observar.

Se você gosta de fotografia, leve sua câmera ou celular carregado.

E lembre-se:

não existe obrigação de produzir conteúdo durante a viagem.

Às vezes a melhor fotografia é aquela que você faz e guarda para você.


13. Transporte em Curitiba: Uber ou ônibus?

Essa é uma dúvida importante para quem viaja sozinha.

Minha sugestão não seria escolher apenas um.

Use os dois de maneira inteligente.

Durante o dia, quando estiver indo para regiões turísticas e movimentadas, o transporte público pode ser uma ótima alternativa.

A Linha Turismo é ainda mais prática porque foi criada justamente para conectar os principais pontos turísticos.

O ônibus comum pode ser econômico, mas exige um pouco mais de planejamento.

O Uber é muito útil quando:

  • você está com malas;
  • está voltando para o hotel;
  • está cansada;
  • está carregando equipamento fotográfico;
  • o horário não é confortável;
  • o trajeto de transporte público exige muitas conexões.

Para uma mulher sozinha, eu não transformaria economia em obrigação.

Se você economizou R$ 20 no ônibus, mas está cansada, com mala e insegura, talvez aqueles R$ 20 sejam dinheiro muito bem gasto em um transporte por aplicativo.


14. Como usar transporte por aplicativo com segurança

Nunca aceite corrida fora do aplicativo.

Confira:

placa, modelo do carro e nome do motorista.

Antes de entrar, confirme:

“Você é o motorista da viagem para…?”

Compartilhe a viagem com alguém de confiança.

Não diga ao motorista que você está sozinha durante vários dias.

E não precisa conversar sobre sua hospedagem, dinheiro ou roteiro completo.

Se alguma coisa parecer estranha, cancele.


15. Curitiba → Ilha do Mel

Agora começa a segunda parte da viagem.

Você precisará chegar até Pontal do Sul ou Paranaguá para pegar o barco.

Para quem busca praticidade e uma travessia mais curta, eu escolheria Pontal do Sul.

A travessia de Pontal do Sul até a Ilha do Mel leva aproximadamente 30 minutos.

De Paranaguá, a travessia é bem mais longa, aproximadamente 1h30.

Isso não significa que Paranaguá seja ruim.

Na verdade, pode ser uma opção interessante se você quiser incluir Paranaguá no roteiro.

Mas, para uma primeira viagem sozinha e pensando em praticidade, Pontal do Sul é a opção que eu priorizaria.


16. Uma regra muito importante para chegar à Ilha do Mel

Não compre passagem de barco de qualquer pessoa oferecendo transporte na rua.

A Agência Reguladora do Paraná recomenda comprar os bilhetes somente no Terminal Aquaviário Público ou nos canais autorizados da Abaline.

Isso garante que a embarcação seja habilitada e que o seguro obrigatório esteja incluído na passagem.

Essa é uma daquelas informações que eu colocaria em destaque no blog:

Não economize justamente naquilo que envolve segurança.


17. Para qual lugar da Ilha do Mel devo ir?

Existem duas regiões principais que interessam ao turista:

Encantadas

e

Nova Brasília.

Para uma primeira viagem, eu pesquisaria hospedagem nas duas regiões antes de escolher.

Se você quiser ficar mais perto da Gruta das Encantadas, considere Encantadas.

Se quiser ficar mais próxima do Farol das Conchas e Fortaleza, considere Nova Brasília.

A escolha depende muito do tipo de experiência que você quer.


18. A Ilha do Mel não é lugar para mala pesada

Isso é importantíssimo.

Você vai desembarcar e depois terá que caminhar.

Não existem carros circulando normalmente pela ilha

O deslocamento é feito a pé ou de bicicleta.

Portanto:

mala pequena ou mochila.

Nada de levar cinco pares de sapatos.

Leve:

  • roupas leves;
  • uma roupa para frio;
  • roupa de banho;
  • chinelo;
  • tênis confortável;
  • protetor solar;
  • repelente;
  • boné ou chapéu;
  • garrafa de água;
  • carregador;
  • power bank;
  • medicamentos de uso habitual;
  • documentos;
  • dinheiro;
  • cartão;
  • celular.

Quanto menos você carregar, melhor.

19. O que fazer na Ilha do Mel

A ideia não é simplesmente chegar, tirar uma fotografia e voltar.

Reserve pelo menos dois dias para aproveitar.

Entre os principais lugares estão:

Farol das Conchas

Fortaleza Nossa Senhora dos Prazeres

Gruta das Encantadas

Praias

trilhas

O Farol das Conchas foi construído em 1872 e é acessado por uma trilha seguida de uma escadaria com aproximadamente 150 degraus.

Então não vá pensando que todos os passeios serão “chegar de carro na porta”.

A Ilha do Mel é justamente uma viagem para caminhar.


20. Onde comer sem gastar uma fortuna

Aqui entra uma regra simples de viagem econômica.

Antes de viajar, pesquise:

mercados próximos do hotel.

Ao chegar, compre água e alguns alimentos simples.

Pode ser:

  • bolacha;
  • fruta;
  • castanhas;
  • barrinha;
  • pão;
  • queijo;
  • suco;
  • outros alimentos que não estraguem rapidamente.

Isso não significa passar fome para economizar.

Significa não depender de restaurante para absolutamente tudo.

Se o hotel oferecer café da manhã, aproveite um café da manhã realmente completo.

E, principalmente:

leve uma garrafa de água.

Comprar água constantemente em pontos turísticos pode aumentar bastante o gasto final da viagem.


21. Quanto dinheiro levar?

Eu não recomendo viajar somente com dinheiro em espécie.

Mas também não recomendo viajar somente com cartão.

O ideal é ter:

cartão de débito ou crédito + Pix + uma pequena quantia em dinheiro.

O dinheiro em espécie deve ser uma reserva para emergências e pequenos gastos.

Não carregue todo o dinheiro da viagem na carteira.

Divida.

Uma pequena quantidade na carteira.

Outra reserva em local separado.

E dinheiro de emergência guardado de forma discreta.


22. E o cartão?

Leve pelo menos dois meios de pagamento.

Por exemplo:

cartão principal + cartão reserva.

Se possível, mantenha o cartão reserva separado do principal.

Não deixe todos os cartões juntos.

E antes de viajar:

  • confira limites;
  • desbloqueie compras internacionais se necessário;
  • confira validade;
  • deixe o aplicativo do banco funcionando;
  • confirme sua senha;
  • tenha acesso ao Pix;
  • confira o telefone de atendimento do banco.

Autor- Lucia Martins

Comentários

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *