nasceu da necessidade de ajudar outras mulheres
Sou a Lucia Martins
casada tenho 52 anos , mãe de três filhos adultos.
Sou formada em fotografia
Psicanálise.
Um espaço para mulheres que decidiram olhar para si mesmas.
Conteúdos, produtos e caminhos para você se reconectar com quem realmente é.
Você está cansada de ser forte o tempo todo?
Você acorda cansada antes mesmo de colocar os pés no chão.
Levanta, prepara o café, resolve o que precisa ser resolvido e começa mais um dia.
Todo mundo acha que você dá conta.
E talvez esse seja justamente o problema.
Você se acostumou tanto a ser forte que ninguém mais pergunta se você está bem.
E, quando perguntam, você responde automaticamente:
“Estou bem.”
Mas será que está mesmo?
Talvez você esteja cansada de cuidar de todo mundo.
Cansada de lembrar dos compromissos, resolver os problemas, organizar a casa, trabalhar, cuidar dos filhos, do marido, dos pais e ainda tentar parecer que está tudo bem.
Talvez você tenha aprendido, há muitos anos, que não podia parar.
Que precisava continuar mesmo quando estava triste.
Precisava sorrir mesmo quando queria chorar.
Precisava dizer “não tem problema” quando, por dentro, havia muitos problemas.
E, de tanto fazer isso, você pode ter se acostumado a esconder de si mesma aquilo que sente.
Quando você percebe que se esqueceu de você
Existe um momento em que alguma coisa muda.
Os filhos crescem.
A casa fica mais silenciosa.
As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.
E então você olha para si e talvez se pergunte:
“E agora? Quem sou eu?”
Essa pergunta pode assustar.
Porque durante muitos anos você foi mãe, esposa, filha, profissional, dona de casa, cuidadora.
Você foi tantas coisas para tantas pessoas que talvez tenha esquecido de descobrir quem é você quando ninguém está precisando de alguma coisa.
E isso dói.
Dói perceber que você conhece as preferências de todo mundo, mas já não sabe dizer do que você gosta.
Sabe o que os filhos precisam, o que o marido gosta de comer, o que precisa ser comprado no supermercado, quais contas precisam ser pagas.
Mas quando alguém pergunta:
“O que você quer?”
Você talvez não saiba responder.
Você não precisa continuar vivendo no automático
Talvez esteja na hora de parar por alguns minutos.
Não para abandonar suas responsabilidades.
Não para deixar de amar sua família.
Mas para lembrar que você também existe.
Você pode começar pequeno.
Tomar um café com calma.
Voltar a ler um livro.
Caminhar.
Arrumar o cabelo porque você quer se sentir bonita.
Vestir uma roupa que gosta.
Ou simplesmente sentar em silêncio e perguntar a si mesma:
“O que eu estou sentindo?”
Pode parecer pouco.
Mas, para uma mulher que passou anos colocando todo mundo na frente, olhar para si pode ser um grande começo.
Ser forte não significa suportar tudo
Existe uma diferença enorme entre ser forte e viver suportando tudo.
Ser forte também é reconhecer quando alguma coisa está machucando.
É estabelecer limites.
É dizer “não” sem precisar se justificar o tempo inteiro.
É pedir ajuda.
É admitir que você não está bem.
É entender que cuidar de si não é egoísmo.
Você não precisa esperar adoecer, perder alguém, chegar ao limite ou não aguentar mais para perceber que sua própria vida também merece atenção.
Talvez você não esteja cansada da vida
Talvez você esteja cansada da mulher que precisou ser durante tantos anos.
A mulher que não podia reclamar.
A mulher que precisava resolver tudo.
A mulher que engolia o choro.
A mulher que dizia “deixa que eu faço”.
A mulher que sempre estava disponível.
Talvez essa mulher tenha sido necessária para você chegar até aqui.
Mas isso não significa que ela precise continuar vivendo da mesma maneira.
Você ainda pode mudar.
Ainda pode descobrir novos desejos.
Ainda pode fazer planos.
Ainda pode aprender.
Ainda pode recomeçar.
A sua história não termina porque você chegou aos 40, 50, 60 anos ou mais.
Talvez seja justamente agora que você comece a escrever uma parte da sua história que, durante muito tempo, ficou esquecida.
E, dessa vez, talvez você possa colocar o seu nome no centro dela.
Você também importa.
Comece pequeno. Mas comece.
Você acorda cansada antes mesmo de colocar os pés no chão.
Levanta, prepara o café, resolve o que precisa ser resolvido e começa mais um dia.
Todo mundo acha que você dá conta.
E talvez esse seja justamente o problema.
Você se acostumou tanto a ser forte que ninguém mais pergunta se você está bem.
E, quando perguntam, você responde automaticamente:
Mas será que está mesmo?
Talvez você esteja cansada de cuidar de todo mundo.
Cansada de lembrar dos compromissos, resolver os problemas, organizar a casa, trabalhar, cuidar dos filhos, do marido, dos pais e ainda tentar parecer que está tudo bem.
Talvez você tenha aprendido, há muitos anos, que não podia parar.
Que precisava continuar mesmo quando estava triste.
Precisava sorrir mesmo quando queria chorar.
Precisava dizer “não tem problema” quando, por dentro, havia muitos problemas.
E, de tanto fazer isso, você pode ter se acostumado a esconder de si mesma aquilo que sente.
Quando você percebe que se esqueceu de você
Existe um momento em que alguma coisa muda.
Os filhos crescem.
A casa fica mais silenciosa.
As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.
E então você olha para si e talvez se pergunte:
Que precisava continuar mesmo quando estava triste.
Precisava sorrir mesmo quando queria chorar.
Precisava dizer “não tem problema” quando, por dentro, havia muitos problemas.
E, de tanto fazer isso, você pode ter se acostumado a esconder de si mesma aquilo que sente.
Quando você percebe que se esqueceu de você
Existe um momento em que alguma coisa muda.
Os filhos crescem.
A casa fica mais silenciosa.
As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.
E então você olha para si e talvez se pergunte:
“E agora? Quem sou eu?”
Essa pergunta pode assustar.
Porque durante muitos anos você foi mãe, esposa, filha, profissional, dona de casa, cuidadora.
Você foi tantas coisas para tantas pessoas que talvez tenha esquecido de descobrir quem é você quando ninguém está precisando de alguma coisa.
E isso dói.
Dói perceber que você conhece as preferências de todo mundo, mas já não sabe dizer do que você gosta.
Sabe o que os filhos precisam, o que o marido gosta de comer, o que precisa ser comprado no supermercado, quais contas precisam ser pagas.
Mas quando alguém pergunta:
“O que você quer?”
Você talvez não saiba responder.
Você não precisa continuar vivendo no automático
Talvez esteja na hora de parar por alguns minutos.
Não para abandonar suas responsabilidades.
Não para deixar de amar sua família.
Mas para lembrar que você também existe.
Você pode começar pequeno.
Tomar um café com calma.
Voltar a ler um livro.
Caminhar.
Arrumar o cabelo porque você quer se sentir bonita.
Vestir uma roupa que gosta.
Ou simplesmente sentar em silêncio e perguntar a si mesma:
“O que eu estou sentindo?”
Pode parecer pouco.
Mas, para uma mulher que passou anos colocando todo mundo na frente, olhar para si pode ser um grande começo.
Ser forte não significa suportar tudo
Existe uma diferença enorme entre ser forte e viver suportando tudo.
Ser forte também é reconhecer quando alguma coisa está machucando.
É estabelecer limites.
É dizer “não” sem precisar se justificar o tempo inteiro.
É pedir ajuda.
É admitir que você não está bem.
É entender que cuidar de si não é egoísmo.
Você não precisa esperar adoecer, perder alguém, chegar ao limite ou não aguentar mais para perceber que sua própria vida também merece atenção.
Talvez você não esteja cansada da vida
Talvez você esteja cansada da mulher que precisou ser durante tantos anos.
A mulher que não podia reclamar.
A mulher que precisava resolver tudo.
A mulher que engolia o choro.
A mulher que dizia “deixa que eu faço”.
A mulher que sempre estava disponível.
Talvez essa mulher tenha sido necessária para você chegar até aqui.
Mas isso não significa que ela precise continuar vivendo da mesma maneira.
Você ainda pode mudar.
Ainda pode descobrir novos desejos.
Ainda pode fazer planos.
Ainda pode aprender.
Ainda pode recomeçar.
A sua história não termina porque você chegou aos 40, 50, 60 anos ou mais.
Talvez seja justamente agora que você comece a escrever uma parte da sua história que, durante muito tempo, ficou esquecida.
E, dessa vez, talvez você possa colocar o seu nome no centro dela.
Você também importa.
Comece pequeno. Mas comece.
Cu de você
Existe um momento em que alguma coisa muda.
Os filhos crescem.
A casa fica mais silenciosa.
As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.
E então você olha para si e talvez se pergunte:
“E agora? Quem sou eu?”
Essa pergunta pode assustar.
Porque durante muitos anos você foi mãe, esposa, filha, profissional, dona de casa, cuidadora.
Você foi tantas coisas para tantas pessoas que talvez tenha esquecido de descobrir quem é você quando ninguém está precisando de alguma coisa.
E isso dói.
Dói perceber que você conhece as preferências de todo mundo, mas já não sabe dizer do que você gosta.
Sabe o que os filhos precisam, o que o marido gosta de comer, o que precisa ser comprado no supermercado, quais contas precisam ser pagas.
Mas, quando alguém pergunta:
“O que você quer?”
Você talvez não saiba responder.
Você não precisa continuar vivendo no automático
Talvez esteja na hora de parar por alguns minutos.
Não para abandonar suas responsabilidades.
Não para deixar de amar sua família.
Mas para lembrar que você também existe.
Você pode começar pequeno.
Tomar um café com calma.
Voltar a ler um livro.
Caminhar.
Arrumar o cabelo porque você quer se sentir bonita.
Vestir uma roupa que gosta.
Ou simplesmente sentar em silêncio e perguntar a si mesma:
“O que eu estou sentindo?”
Pode parecer pouco.
Mas, para uma mulher que passou anos colocando todo mundo na frente, olhar para si pode ser um grande começo.
Comece pequeno. Mas comece.
Foi difícil começar a fazer alguma coisa por mim.
Eu comecei pequeno, mas comecei.
Comecei arrumando a minha cama, abrindo as janelas e deixando o sol entrar. Tomei um banho demorado e coloquei a minha melhor roupa.
Não era para ninguém.
Era para mim.
Eu queria me olhar no espelho e me sentir bem comigo mesma.
Durante muito tempo, eu fui uma mulher que não tinha coragem nem de tomar um sorvete sozinha.
E, no início, realmente não foi fácil.
Eu me lembro da primeira vez.
Comprei uma casquinha de sorvete e fui me sentar em um banco na praça. Fiquei ali, segurando meu sorvete, sem saber direito o que fazer.
Parecia estranho estar sozinha.
O sorvete começou a derreter, escorreu pelas minhas mãos e acabou sujando toda a minha roupa.
E eu me lembro de ter rido.
Ri porque, naquele momento, me senti perdida como uma criança que está aprendendo alguma coisa pela primeira vez.
Mas eu estava ali.
Sozinha.
E estava tudo bem.
Na primeira vez foi difícil.
Mas eu voltei.
E depois voltei outra vez.
E outra.
Até que aquilo deixou de ser estranho.
Hoje, tomar um sorvete ou tomar um café sozinha se tornou um ritual para mim.
Um momento em que não preciso esperar ninguém.
Não preciso combinar com ninguém.
Não preciso pedir companhia.
Eu simplesmente vou.
E descobri uma coisa muito importante:

Uma mulher que se sente inteira não precisa de outra pessoa para completá-la.
Ela pode amar.
Pode compartilhar a vida.
Pode desejar companhia.
Pode construir relacionamentos.
Mas ela não precisa se abandonar para ter alguém ao seu lado.
Ser forte não significa suportar tudo
Existe uma diferença enorme entre ser forte e viver suportando tudo.
Ser forte também é reconhecer quando alguma coisa está machucando.
É estabelecer limites.
É dizer “não” sem precisar se justificar o tempo inteiro.
É pedir ajuda.
É admitir que você não está bem.
É entender que cuidar de si não é egoísmo.
Você não precisa esperar adoecer, perder alguém, chegar ao limite ou não aguentar mais para perceber que sua própria vida também merece atenção.
Talvez você não esteja cansada da vida
Talvez você esteja cansada da mulher que precisou ser durante tantos anos.
A mulher que não podia reclamar.
A mulher que precisava resolver tudo.
A mulher que engolia o choro.
A mulher que dizia: “Deixa que eu faço.”
A mulher que sempre estava disponível.
Talvez essa mulher tenha sido necessária para você chegar até aqui.
Mas isso não significa que ela precise continuar vivendo da mesma maneira.
Você ainda pode mudar.
Ainda pode descobrir novos desejos.
Ainda pode fazer planos.
Ainda pode aprender.
Ainda pode recomeçar.
A sua história não termina porque você chegou aos 40, 50, 60 anos ou mais.
Talvez seja justamente agora que você comece a escrever uma parte da sua história que, durante muito tempo, ficou esquecida.
E, dessa vez, talvez você possa colocar o seu nome no centro dela.
Você também importa.
Então, se você está se perguntando por onde começar, não pense que precisa transformar sua vida inteira de uma vez.
Comece pequeno.
Arrume sua cama.
Abra as janelas.
Tome um banho demorado.
Vista uma roupa que faça você se sentir bem.
Faça aquele café com calma.
Saia para caminhar.
Compre um sorvete.
Sente-se em algum lugar e fique alguns minutos na sua própria companhia.
No começo pode parecer estranho.
Talvez você nem saiba o que fazer.
Mas continue.
Um passo de cada vez.
Você pode se surpreender ao descobrir que a sua própria companhia pode ser um lugar muito bonito para estar.
E talvez, depois de tanto tempo vivendo para os outros, você finalmente comece a descobrir uma mulher que estava aí o tempo todo.
Você.
Ser mãe também é aprender a lidar com os desafios
Quero conversar com você, mãe, de mulher para mulher.
Ser mãe é uma das maiores experiências da vida, mas também é uma jornada cheia de desafios.
E eu não estou dizendo que você precisa estar preparada para tudo.
A verdade é que nenhuma mãe está preparada para tudo.
As coisas simplesmente vão acontecendo.
Os filhos crescem, mudam, apresentam novas necessidades e, junto com cada fase, chegam novos desafios.
Por isso, se você está vivendo uma fase difícil com seus filhos, saiba que você não está sozinha.
Eu também passei por muitas situações que me deixaram estressada, cansada e, algumas vezes, sem saber exatamente o que fazer.
E hoje, olhando para trás, reconheço que existem coisas que eu faria diferente.
Mas também reconheço que fui aprendendo no caminho.
Três filhos e três pares de óculos
Vou contar uma situação que, na época, me deixava completamente estressada.
O pai dos meus filhos tem miopia e os três também têm. Então, desde pequenos, os três precisaram usar óculos.
Agora imagine três crianças pequenas usando óculos!
Era um verdadeiro caos.
Meu filho chegou a quebrar os óculos no primeiro dia em que foi para a escolinha usando o novo par.
E não foi uma única vez.
Comprava.
Quebrava.
Comprava novamente.
E quebrava de novo.
E não eram óculos simples. As lentes eram caras e eles precisavam de cuidados especiais.
Aquilo me deixava muito nervosa.
Até que um dia eu entendi que precisava mudar a maneira de lidar com a situação.
Em vez de pensar apenas na estética, comecei a procurar óculos mais resistentes e adequados para crianças.
Eu precisava de algo que funcionasse na vida real.
Eles ainda eram pequenos e não tinham maturidade para cuidar dos óculos como um adulto cuidaria.
Foi aí que percebi uma coisa que a maternidade ensina muitas vezes:
nem sempre precisamos controlar o problema; às vezes precisamos encontrar uma maneira melhor de conviver com ele.
Com o tempo, eles cresceram e aprenderam a cuidar melhor das próprias coisas.
A rotina da escola também exigia disciplina
Sempre coloquei meus filhos na escola no período da manhã.
Eu gostava da ideia de eles acordarem cedo, terem uma rotina e começarem o dia com disposição.
Mas levantar três crianças cedo não era nada fácil!
Era um verdadeiro “Deus nos acuda”.
Então estabeleci uma regra muito clara:
às 21 horas, todos deveriam estar deitados.
E eu também ia dormir.
Porque não adianta querer que os filhos tenham uma rotina se os adultos da casa vivem dormindo tarde e esperam que as crianças acordem cedo no dia seguinte.
Durante a semana, a rotina era rotina mesmo.
É claro que existiam exceções nos finais de semana e em ocasiões especiais.
Mas, no dia a dia, eu procurava manter aquele horário.
E isso ajudava muito.
“Por que eu tenho que ir para a escola se meu amigo não vai?”
Meu filho, certa vez, não queria ir para a escola.
Ele dizia:
“Por que eu preciso estudar se meu amigo faltou?”
Eu respondi:
“Porque você não é todo mundo.”
Ele não gostou muito da resposta.
Então, um dia, inventei uma história para ele.
Contei sobre um menino que resolveu dormir e, quando acordou, seus pais já tinham saído. Ele ficou sozinho e as pessoas que ele via na rua nem conheciam seus pais.
Meu filho ficou pensativo.
E me disse:
“Eu não quero mais ficar dormindo.”
Depois disso, nunca mais ficou insistindo para faltar à escola.
Mas havia uma exceção.
No dia do aniversário deles, eles podiam faltar.
Esse era um dia especial.
Era um dia em que eu fazia questão de ficar com cada um deles, fazer alguma coisa juntos e criar uma memória.
Porque a vida dos nossos filhos não pode ser feita somente de cobrança.
Eles também precisam de momentos felizes.
Quando minha filha dizia que estava doente
Minha filha caçula era muito apegada a mim.
Durante uma época, ela chorava na pré-escola e também nos primeiros anos do ensino fundamental.
Na pré-escola, eu ainda permitia que ela voltasse para casa quando chorava muito.
Mas chegou uma hora em que percebi que precisava mudar.
Ela começou a dizer que estava com dor de cabeça, dor de barriga e outras coisas quando não queria ficar na escola.
E quando chegava em casa, queria assistir aos filmes.
Naquela época, estávamos na fase dos DVDs.
Eles tinham muitos DVDs e ela sempre queria assistir a um filme novo.
Comecei a perceber um padrão.
As dores apareciam principalmente nas segundas-feiras, justamente depois que ela ganhava DVDs novos.
Então conversei com a professora.
Falei:
“Agora eu não vou mais buscá-la.”
A professora até perguntou:
“Será? E se ela estiver realmente doente?”
Mas eu conhecia minha filha.
Não estou dizendo que devemos ignorar quando uma criança está doente.
Muito pelo contrário.
Cada mãe precisa conhecer seu filho e observar os sinais.
Mas naquele momento eu percebi que não era uma doença.
Era uma forma de conseguir voltar para casa.
E eu mantive minha decisão.
Não fui mais buscá-la.
E as dores desapareceram.
Hoje, já adulta, ela mesma me diz que aquela foi uma das melhores atitudes que tomei por ela.
Filhos precisam de amigos
Outra coisa que considero importante é permitir que nossos filhos tenham convivência com outras crianças.
Eu nunca fui muito de deixar meus filhos dormirem ou passarem muito tempo na casa dos amigos.
Mas eu gostava muito de receber os amigos deles em casa.
E essas visitas eram sempre memoráveis.
Eu fazia comida, doces, brincadeiras, sorteios e inventava atividades para eles.
A casa ficava cheia.
Fazia bagunça?
Claro que fazia!
Mas também fazia parte da infância.
E são essas experiências que ficam na memória.
Ajudar nos trabalhos escolares também é ensinar

Acompanhar os filhos nas tarefas escolares é outro desafio.
Mas podemos transformar isso em uma oportunidade de ensinar e também de criar momentos juntos.
Minha filha, por exemplo, precisou fazer um trabalho sobre um estádio na época da Copa do Mundo de 2014, realizada no Brasil.
Ela era uma aluna muito dedicada e eu quis ajudá-la.
Então fizemos o estádio juntas usando materiais recicláveis.
Foi um trabalho que envolveu criatividade, paciência e participação.
E, além do resultado, ficou uma lembrança.
Porque ensinar os filhos não acontece somente quando estamos sentados diante de um caderno.
Às vezes acontece enquanto estamos recortando papelão, colando alguma coisa ou tentando descobrir como construir um estádio com aquilo que temos em casa.
Passeios também fazem parte da criação dos filhos
Não podemos esquecer que criança precisa brincar.
Precisa correr.
Precisa gastar energia.
Precisa conhecer lugares.
Um passeio no parque, um piquenique, uma tarde ao ar livre…
Essas coisas fazem bem para os filhos e também podem fazer bem para a mãe.
E existe uma vantagem que toda mãe conhece:
criança que brinca, corre e gasta energia chega em casa cansada.
E muitas vezes dorme mais cedo.
Então, de certa forma, um passeio pode ser diversão para eles e descanso para nós.
A maternidade não precisa ser apenas cobrança, tarefa, banho, comida, escola e organização.
Precisamos criar memórias também.
E você, mãe?
Quero terminar esse texto falando uma coisa que considero muito importante.
Não se esqueça de você.
Tirar um tempo para você não é egoísmo.
É necessário.
E, para mim, é quase uma regra:
seu tempo também precisa existir.
Se você tem alguém de confiança que possa ficar algumas horas com seus filhos, peça ajuda.
Se tem uma rede de apoio, use-a.
Não precisa esperar chegar ao limite para perceber que está cansada.
Você é mãe, mas continua sendo mulher.
Você precisa conversar, descansar, sair, tomar um café tranquila, caminhar, cuidar de si e simplesmente ficar um pouco sozinha.
Porque seus filhos precisam de uma mãe presente.
Mas estar presente não significa estar disponível vinte e quatro horas por dia.
A maternidade é uma jornada cheia de desafios.
Você vai errar.
Vai acertar.
Vai se estressar.
Vai chorar.
Vai olhar para trás e pensar que poderia ter feito diferente.
Eu também fiz isso.
E faço.
Mas uma coisa aprendi:
não precisamos ser mães perfeitas. Precisamos estar dispostas a aprender enquanto nossos filhos crescem.
Eles crescem.
E nós também crescemos com eles.

Ninguém é dono de ninguém
Compromisso não é posse.
Quando duas pessoas decidem estar juntas, elas fazem uma escolha. Escolhem compartilhar a vida, construir uma história, dividir sonhos, dificuldades, alegrias e responsabilidades. Mas essa escolha nunca deveria significar perder a própria liberdade de existir.
Porque ninguém é dono de ninguém.
Amar não dá a ninguém o direito de controlar.
Estar em um relacionamento não significa deixar de ter opinião.
Casar não significa abandonar quem você era.
E assumir um compromisso não significa entregar a própria identidade nas mãos de outra pessoa.
Existe uma diferença enorme entre compromisso e propriedade.
Compromisso é dizer:
“Eu escolho estar com você.”
Posse é dizer:
“Você é minha.”
E talvez seja justamente aí que muitos relacionamentos começam a adoecer.
Quando o cuidado vira vigilância.
Quando o ciúme passa a ser chamado de amor.
Quando uma pessoa precisa explicar cada passo que dá.
Quando amizades são proibidas.
Quando roupas começam a ser escolhidas pelo outro.
Quando o celular precisa estar sempre disponível para prestar contas.
Quando um dos dois deixa de viver para evitar uma discussão.
Isso não é amor crescendo.
É liberdade diminuindo.
Um relacionamento saudável não deveria exigir que você desaparecesse para que o outro se sentisse seguro.
Você pode amar profundamente alguém e, ainda assim, continuar sendo você.
Pode ter seus sonhos.
Suas amizades.
Seus momentos de silêncio.
Seus interesses.
Sua individualidade.
Seu espaço.
E isso não diminui o compromisso.
Pelo contrário.
Talvez o verdadeiro compromisso seja justamente permanecer ao lado de alguém sem precisar aprisioná-lo para ter a certeza de que ele ficará.
Porque quem fica somente porque foi impedido de partir não está escolhendo ficar.
Está sendo mantido.
E existe uma diferença enorme entre ter alguém ao seu lado porque essa pessoa quer estar ali e ter alguém ao seu lado porque ela tem medo de sair.
Amor não deveria ser uma cela bonita.
Não deveria ter grades invisíveis.
Não deveria exigir obediência em troca de carinho.
Relacionamento é encontro.
É quando duas pessoas inteiras decidem caminhar juntas, sem que uma precise diminuir a outra para se sentir maior.
E talvez essa seja uma das coisas mais difíceis de compreender:
Você não precisa possuir alguém para ser amado por essa pessoa.
Se alguém escolhe permanecer ao seu lado todos os dias, mesmo tendo liberdade para ir embora, existe algo muito mais bonito acontecendo.
Existe escolha.
Existe respeito.
Existe vontade.
Existe amor.
Porque no fim das contas, ninguém pertence a ninguém.
Nós apenas escolhemos, enquanto houver amor, respeito e vontade, compartilhar a vida.
E quando duas pessoas conseguem entender isso, o relacionamento deixa de ser uma prisão onde um vigia o outro…
E passa a ser um lugar onde os dois podem respirar.

O Resgate do Eu: Por Que Priorizar o Autocuidado É um Ato de Libertação
Em um mundo que cobra das mulheres a perfeição constante e a doação incondicional aos outros, desacelerar tornou-se um ato de coragem. Muitas vezes, nos pegamos esgotadas, divididas entre responsabilidades familiares, profissionais e diárias, esquecendo de reservar um espaço na agenda para a pessoa mais importante da nossa vida: nós mesmas. No entanto, cuidar de si não é egoísmo, nem um luxo fútil; é uma necessidade vital de reconexão e preservação da nossa identidade.
Tirar um tempo para si própria e renovar a autoestima é a primeira forma de manifestar o amor-próprio. Seja no gesto simples de arrumar o cabelo, cuidar das unhas ou dedicar algumas horas no salão de beleza, esse momento vai muito além da estética. Trata-se de olhar no espelho com afeto, reconhecer a própria beleza e resgatar o prazer de se sentir bem na própria pele. Quando nos cuidamos por fora, acalmamos e fortalecemos o que está do lado de dentro.
Além dos cuidados com o corpo, a mente também clama por refúgio e desaceleração. Caminhar descalça na praia, sentir a brisa do mar ou sentar em um banco de parque com um bom livro nas mãos são pausas sagradas. Nesses momentos de quietude, aprendemos a desfrutar do silêncio e descobrimos que a nossa própria companhia é um espaço acolhedor e seguro. Não precisamos de um pretexto ou de alguém ao lado para viver a beleza do presente; basta estarmos inteiras conosco.
Essa celebração da solitude se reflete também na nossa independência no dia a dia. Seja ao caminhar sem pressa pelas lojas para comprar algo especial para si, seja na escolha cuidadosa dos itens para a própria casa no mercado, cada decisão carrega o valor da autonomia. Ir às compras sozinha é um gesto contínuo de celebração do próprio gosto, do trabalho que sustenta nossas escolhas e da liberdade de ocupar o mundo exatamente do nosso jeito.
Priorizar momentos de pausa, lazer e carinho pessoal não é um privilégio de poucas, mas um caminho necessário para todas. Que possamos, dia após dia, nos permitir essa jornada de retorno a nós mesmas, lembrando sempre que a mulher mais importante que precisamos honrar e amar, todos os dias, somos nós.

Lugar de Mulher É Onde Ela Escolher Estar: A Força da Autonomia e da Independência
O trabalho sempre foi um dos pilares mais potentes para a conquista da liberdade. Durante muito tempo, a sociedade tentou definir os limites de até onde uma mulher poderia ir, quais profissões eram “adequadas” ou qual papel ela deveria desempenhar. Hoje, reafirmamos uma verdade fundamental: lugar de mulher é exatamente onde ela quiser estar, desempenhando a profissão que escolher e construindo o caminho que bem entender.
Seja no comando de um escritório, liderando com precisão; na criação e na arte de uma cozinha profissional; na vanguarda da tecnologia e da ciência; ou no controle de um canteiro de obras, a capacidade e a competência feminina não têm fórmula nem padrão. O valor de uma mulher não é definido pela cor da sua pele, pelo formato do seu corpo ou pelo tamanho do seu manequim. Branca, negra, magra ou gorda, toda mulher carrega em si a potência de ser uma profissional extraordinária naquilo que decide realizar.
Mais do que ter uma profissão, o trabalho representa a conquista da independência pessoal e financeira. Nenhuma mulher nasceu para viver à sombra de ninguém — seja de um marido, cônjuge, pai ou mãe. Construir a própria jornada, ter o seu próprio dinheiro e tomar as próprias decisões são passos essenciais para não depender do aval de ninguém para existir por inteiro e com dignidade.
Ser livre é poder olhar para a própria trajetória e saber que cada conquista é fruto da sua dedicação. Quando uma mulher ocupa o seu espaço no mercado de trabalho com autonomia, ela não apenas realiza a si mesma, mas também inspira e abre portas para tantas outras. O trabalho é uma escolha de vida, um exercício diário de liberdade e a reafirmação contínua de que somos as únicas donas do nosso próprio destino.
QUANDO O PROBLEMA FINANCEIRO DEIXA DE SER SÓ DINHEIRO
Você já percebeu que, quando o dinheiro começa a faltar, o problema raramente fica somente na carteira?
No começo, parece que é apenas uma dificuldade financeira.
Uma conta que atrasou.
Uma dívida que apareceu.
Um salário que não é suficiente.
Um cartão que foi usado para cobrir outra despesa.
Uma compra necessária que precisou ser parcelada.
Um mês em que você precisa escolher qual conta vai pagar primeiro.
E você pensa:
“No mês que vem eu resolvo.”
Mas o mês seguinte chega… e o problema continua.
Então você começa a fazer outra coisa: começa a carregar o problema dentro da cabeça.
Você acorda pensando em dinheiro.
Vai dormir pensando em dinheiro.
Faz compras pensando no que pode ou não pode levar.
Recebe uma conta e sente ansiedade antes mesmo de abrir.
O telefone toca e você já imagina que pode ser alguém cobrando.
E, aos poucos, aquilo que começou como um problema financeiro começa a produzir cansaço emocional.
O dinheiro começa a ocupar espaço dentro da mente
Quando uma pessoa vive durante muito tempo em uma situação financeira difícil, ela pode começar a sentir medo, insegurança, irritação, vergonha, culpa e sensação de impotência.
Não significa que toda dificuldade financeira necessariamente vai causar um problema psicológico.
Mas uma situação financeira prolongadamente estressante pode se transformar em uma fonte constante de pressão emocional.
E existe uma diferença enorme entre:
“Estou passando por uma dificuldade financeira.”
e
“Minha vida inteira está dando errado.”
Quando o problema se prolonga, é comum que a pessoa comece a misturar as duas coisas.
Ela deixa de enxergar apenas uma dificuldade que precisa ser solucionada e começa a enxergar a si mesma como alguém que fracassou.
A mulher pode começar a pensar:
“Eu não consigo.”
“Eu não dou conta.”
“Sou um peso para minha família.”
“Não consigo proporcionar nada aos meus filhos.”
“Todo mundo consegue menos eu.”
“Minha vida não vai mudar.”
E é nesse momento que precisamos prestar atenção.
Porque uma situação financeira difícil não define o valor de uma pessoa.
Ter dívidas não significa ser uma pessoa irresponsável.
Estar desempregada não significa ser incapaz.
Não conseguir comprar tudo o que os filhos querem não significa ser uma mãe ruim.
Mas, quando a pessoa passa muito tempo vivendo sob pressão, esses pensamentos podem começar a aparecer.
E dentro do casamento?
É aqui que muitas famílias começam a sofrer uma transformação silenciosa.
O casal começa discutindo sobre uma conta.
Depois discute sobre uma compra.
Depois sobre quem gastou mais.https://go.hotmart.com/O106644381D
Depois sobre quem deveria trabalhar mais.
Depois sobre quem é responsável pela situação.
E, sem perceber, o assunto deixa de ser:
“Como vamos resolver nosso problema financeiro?”
e passa a ser:
“A culpa é sua.”
Essa mudança é muito perigosa.
Porque o dinheiro passa a ser usado como arma dentro do relacionamento.
Um começa a cobrar.
O outro começa a se defender.
Um esconde uma compra.
O outro esconde uma dívida.
Um evita falar sobre dinheiro para não começar uma discussão.
O outro interpreta esse silêncio como falta de responsabilidade.
E aquilo que deveria ser enfrentado pelos dois começa a colocar um contra o outro.
O problema financeiro também pode afetar a intimidade do casal
Quando existe preocupação constante, nem sempre sobra espaço emocional para carinho, diálogo e intimidade.
A cabeça está ocupada.
O corpo está cansado.
A pessoa está preocupada.
Ela pensa nas contas, nos filhos, no aluguel, na alimentação, nas dívidas e no futuro.
Como conseguir relaxar quando a mente está constantemente tentando encontrar uma saída?
Por isso, algumas mulheres começam a se afastar emocionalmente do companheiro.
Não necessariamente porque deixaram de amar.
Mas porque estão sobrecarregadas.
E, muitas vezes, o homem também está vivendo sua própria pressão.
Ele pode sentir que precisa sustentar a casa, resolver tudo e não demonstrar fraqueza.
Então ele se fecha.
Ela se fecha.
E os dois começam a morar na mesma casa, mas emocionalmente cada um está vivendo uma batalha diferente.
E os filhos?
Os filhos também podem sentir quando alguma coisa não está bem.
Eles percebem quando os pais discutem.
Percebem quando o ambiente fica pesado.
Percebem quando existe preocupação.
E algumas crianças começam a pensar que precisam ajudar.
Outras ficam com medo.
Algumas passam a pedir menos coisas para não preocupar os pais.
Outras podem começar a apresentar mudanças de comportamento.
Por isso, não é apenas o dinheiro que está entrando em crise.
É o ambiente familiar.
Mas existe uma coisa importante:
Os filhos não precisam carregar a responsabilidade financeira dos adultos.
Eles precisam de segurança emocional.
Precisam saber que os pais estão enfrentando uma dificuldade, mas que isso não significa que a família deixou de existir como família.
E quando a mulher começa a se sentir inferior?
Essa talvez seja uma das partes mais dolorosas.
Vivemos em uma sociedade que muitas vezes associa sucesso a dinheiro.
A pessoa olha para as redes sociais e vê viagens.
Casas bonitas.
Carros.
Restaurantes.
Roupas.
Famílias aparentemente perfeitas.
E começa a comparar a própria vida com aquilo que está vendo.
“Por que eu não consigo?”
“Por que minha família não tem isso?”
“Será que eu fracassei?”
E a comparação aumenta ainda mais a sensação de incapacidade.
Só que existe uma verdade que precisa ser lembrada:
Você está vendo a vitrine da vida dos outros, não os bastidores.
Não sabe quais dívidas existem.
Não sabe quais problemas existem dentro daquela casa.
Não sabe o que aquela pessoa está enfrentando emocionalmente.
E, principalmente, não sabe o caminho que aquela pessoa percorreu para chegar onde está.
Quando o problema financeiro começa a afetar a identidade
Esse é um ponto que merece muita atenção.
Uma mulher pode começar dizendo:
“Estou passando por dificuldades financeiras.”
Depois começa a dizer:
“Eu sou pobre.”
Depois:
“Eu nunca vou conseguir.”
Percebe a diferença?
No primeiro caso, existe uma situação.
No segundo, a situação começa a virar identidade.
E quando uma pessoa acredita que aquela situação define quem ela é, pode perder a capacidade de enxergar possibilidades.
Ela deixa de procurar soluções.
Para de tentar.
Começa a evitar conversas.
Evita abrir contas.
Evita olhar para a própria realidade.
E pode entrar em um ciclo:
problema financeiro → preocupação → ansiedade e estresse → conflitos → desgaste familiar → sensação de fracasso → falta de esperança → dificuldade para tomar decisões → mais problemas.
É um ciclo.
E ciclos precisam ser interrompidos.
Mas como começar?
Primeiro, entendendo que não adianta esconder o problema.
Uma dívida escondida não desaparece.
Uma conta ignorada não deixa de existir.
Uma conversa evitada não resolve o conflito.
O primeiro passo é olhar para a realidade.
Sem vergonha.
Sem fingimento.
Sem procurar culpados.
O casal precisa conseguir sentar e conversar:
Quanto entra?
Quanto sai?
Quanto devemos?
O que é realmente necessário?
O que pode ser cortado?
O que pode ser renegociado?
Como podemos aumentar nossa renda?
E, principalmente:
Como podemos enfrentar isso juntos, em vez de enfrentarmos um ao outro?
E se você é a mulher que está vivendo isso…
Quero que você entenda uma coisa.
Você não é a sua dívida.
Você não é o seu salário.
Você não é a sua conta bancária.
Você não é o carro que não conseguiu comprar.
Você não é a casa que ainda não conseguiu ter.
Você não é menos mãe porque não consegue oferecer aos seus filhos tudo aquilo que gostaria.
E você não é menos mulher porque sua vida financeira está desorganizada neste momento.
Existe uma diferença entre estar em uma situação difícil e ser uma pessoa sem saída.
A situação pode mudar.
Pode levar tempo.
Pode exigir decisões difíceis.
Pode exigir ajuda.
Pode exigir aprender coisas que você nunca aprendeu sobre dinheiro.
Mas uma dificuldade financeira não precisa determinar o resto da sua história.
E se, além das dificuldades financeiras, você percebe que está vivendo sofrimento emocional intenso, desesperança, crises frequentes ou que já não consegue funcionar normalmente no dia a dia, procurar ajuda profissional também pode ser um passo importante.
Porque cuidar da vida financeira é importante.
Mas cuidar da mente também é.
Afinal, quando a pessoa está emocionalmente destruída, até uma solução financeira pode parecer impossível.
E quando começa a recuperar a clareza, a autoestima e a capacidade de tomar decisões, ela pode começar a enxergar caminhos que antes não conseguia ver.
O problema financeiro precisa ser enfrentado.
Mas você não precisa se transformar no problema.