A MULHER POR INTEIRO

nasceu da necessidade de ajudar outras mulheres

Sou a Lucia Martins

casada tenho 52 anos , mãe de três filhos adultos.

Sou formada em fotografia

Psicanálise.

Um espaço para mulheres que decidiram olhar para si mesmas.

Quando uma mulher pesquisa um sintoma na internet, muitas vezes encontra dois extremos.

De um lado, alguém dizendo que tudo é normal e que ela deve simplesmente aceitar.

Do outro, alguém prometendo uma solução rápida, um suplemento milagroso, um tratamento que serve para todas ou uma fórmula capaz de resolver todos os problemas.

A realidade é muito mais complexa.

Cada mulher tem uma história.

Cada organismo responde de uma maneira.

Cada tratamento possui indicações, contraindicações e riscos.

Por isso, este blog pretende fazer uma coisa simples, mas muito importante:

levar informação para que a mulher possa compreender melhor o que está acontecendo e procurar ajuda quando for necessário.

Este conteúdo não substitui uma consulta médica ou psicológica.

Ele existe para aproximar conhecimento e mulher.

PORQUE FALAR É UMA FORMA DE CUIDAR

Há assuntos que ainda são tratados em silêncio.

Menopausa.

Libido.

Dor durante o sexo.

Secura vaginal.

Incontinência urinária.

Ansiedade.

Depressão.

Autoestima.

Relacionamentos.

Violência.

Solidão.

Medo de envelhecer.

Medo de não ser mais desejada.

Medo de começar novamente.

Precisamos falar sobre essas coisas.

Sem vergonha.

Sem julgamento.

Sem transformar a mulher em um diagnóstico.

Este é um espaço para informação, reflexão, acolhimento e aprendizado.

Um espaço para lembrar que cuidar de si não é egoísmo.

É necessidade.

E que nenhuma mulher deveria passar por uma transformação tão importante da vida acreditando que precisa enfrentar tudo sozinha.

Se você chegou até aqui, talvez este blog também seja um pouco seu.

Seja bem-vinda.

Aqui, a mulher será vista por inteiro.

“Eu convido você a conhecer meu trabalhos nas minhas outras paginas onde tenho artigos publicados”.” Como eu consegui dar um novo rumo na minha vida, tenho certeza que você consegue”.

Você está cansada de ser forte o tempo todo?

Você acorda cansada antes mesmo de colocar os pés no chão.

Levanta, prepara o café, resolve o que precisa ser resolvido e começa mais um dia.

Todo mundo acha que você dá conta.

E talvez esse seja justamente o problema.

Você se acostumou tanto a ser forte que ninguém mais pergunta se você está bem.

E, quando perguntam, você responde automaticamente:

“Estou bem.”

Mas será que está mesmo?

Talvez você esteja cansada de cuidar de todo mundo.

Cansada de lembrar dos compromissos, resolver os problemas, organizar a casa, trabalhar, cuidar dos filhos, do marido, dos pais e ainda tentar parecer que está tudo bem.

Talvez você tenha aprendido, há muitos anos, que não podia parar.

Que precisava continuar mesmo quando estava triste.

Precisava sorrir mesmo quando queria chorar.

Precisava dizer “não tem problema” quando, por dentro, havia muitos problemas.

E, de tanto fazer isso, você pode ter se acostumado a esconder de si mesma aquilo que sente.

Quando você percebe que se esqueceu de você

Existe um momento em que alguma coisa muda.

Os filhos crescem.

A casa fica mais silenciosa.

As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.

E então você olha para si e talvez se pergunte:

“E agora? Quem sou eu?”

Essa pergunta pode assustar.

Porque durante muitos anos você foi mãe, esposa, filha, profissional, dona de casa, cuidadora.

Você foi tantas coisas para tantas pessoas que talvez tenha esquecido de descobrir quem é você quando ninguém está precisando de alguma coisa.

E isso dói.

Dói perceber que você conhece as preferências de todo mundo, mas já não sabe dizer do que você gosta.

Sabe o que os filhos precisam, o que o marido gosta de comer, o que precisa ser comprado no supermercado, quais contas precisam ser pagas.

Mas quando alguém pergunta:

“O que você quer?”

talvez não saiba responder.

Você não precisa continuar vivendo no automático

Talvez esteja na hora de parar por alguns minutos.

Não para abandonar suas responsabilidades.

Não para deixar de amar sua família.

Mas para lembrar que você também existe.

Você pode começar pequeno.

Tomar um café com calma.

Voltar a ler um livro.

Caminhar.

Arrumar o cabelo porque você quer se sentir bonita.

Vestir uma roupa que gosta.

Ou simplesmente sentar em silêncio e perguntar a si mesma:

“O que eu estou sentindo?”

Pode parecer pouco.

Mas, para uma mulher que passou anos colocando todo mundo na frente, olhar para si pode ser um grande começo.

Ser forte não significa suportar tudo

Existe uma diferença enorme entre ser forte e viver suportando tudo.

Ser forte também é reconhecer quando alguma coisa está machucando.

É estabelecer limites.

É dizer “não” sem precisar se justificar o tempo inteiro.

É pedir ajuda.

É admitir que você não está bem.

É entender que cuidar de si não é egoísmo.

Você não precisa esperar adoecer, perder alguém, chegar ao limite ou não aguentar mais para perceber que sua própria vida também merece atenção.

Talvez você não esteja cansada da vida

Talvez você esteja cansada da mulher que precisou ser durante tantos anos.

A mulher que não podia reclamar.

A mulher que precisava resolver tudo.

A mulher que engolia o choro.

A mulher que dizia “deixa que eu faço”.

A mulher que sempre estava disponível.

Talvez essa mulher tenha sido necessária para você chegar até aqui.

Mas isso não significa que ela precise continuar vivendo da mesma maneira.

Você ainda pode mudar.

Ainda pode descobrir novos desejos.

Ainda pode fazer planos.

Ainda pode aprender.

Ainda pode recomeçar.

A sua história não termina porque você chegou aos 40, 50, 60 anos ou mais.

Talvez seja justamente agora que você comece a escrever uma parte da sua história que, durante muito tempo, ficou esquecida.

E, dessa vez, talvez você possa colocar o seu nome no centro dela.

Você também importa.

Comece pequeno. Mas comece.

Você acorda cansada antes mesmo de colocar os pés no chão.

Levanta, prepara o café, resolve o que precisa ser resolvido e começa mais um dia.

Todo mundo acha que você dá conta.

E talvez esse seja justamente o problema.

Você se acostumou tanto a ser forte que ninguém mais pergunta se você está bem.

E, quando perguntam, você responde automaticamente:

Mas será que está mesmo?

Talvez você esteja cansada de cuidar de todo mundo.

Cansada de lembrar dos compromissos, resolver os problemas, organizar a casa, trabalhar, cuidar dos filhos, do marido, dos pais e ainda tentar parecer que está tudo bem.

Talvez você tenha aprendido, há muitos anos, que não podia parar.

Que precisava continuar mesmo quando estava triste.

Precisava sorrir mesmo quando queria chorar.

Precisava dizer “não tem problema” quando, por dentro, havia muitos problemas.

E, de tanto fazer isso, você pode ter se acostumado a esconder de si mesma aquilo que sente.

Quando você percebe que se esqueceu de você

Existe um momento em que alguma coisa muda.

Os filhos crescem.

A casa fica mais silenciosa.

As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.

E então você olha para si e talvez se pergunte:

Que precisava continuar mesmo quando estava triste.

Precisava sorrir mesmo quando queria chorar.

Precisava dizer “não tem problema” quando, por dentro, havia muitos problemas.

E, de tanto fazer isso, você pode ter se acostumado a esconder de si mesma aquilo que sente.

Quando você percebe que se esqueceu de você

Existe um momento em que alguma coisa muda.

Os filhos crescem.

A casa fica mais silenciosa.

As responsabilidades continuam, mas aquela sensação de ser necessária o tempo inteiro começa a diminuir.

E então você olha para si e talvez se pergunte:

“E agora? Quem sou eu?”

Essa pergunta pode assustar.

Porque durante muitos anos você foi mãe, esposa, filha, profissional, dona de casa, cuidadora.

Você foi tantas coisas para tantas pessoas que talvez tenha esquecido de descobrir quem é você quando ninguém está precisando de alguma coisa.

E isso dói.

Dói perceber que você conhece as preferências de todo mundo, mas já não sabe dizer do que você gosta.

Sabe o que os filhos precisam, o que o marido gosta de comer, o que precisa ser comprado no supermercado, quais contas precisam ser pagas.

Mas quando alguém pergunta:

“O que você quer?”

Você talvez não saiba responder.

21 Dias para você não desistir de si mesma

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Como superar o cansaço emocional

“Para não desistir de si mesma, o primeiro passo é reconhecer o cansaço emocional sem se culpar, estabelecendo pequenas metas diárias de autocuidado. No e-book 21 Dias Para Você Não Desistir de Si Mesma’, esse processo é estruturado em passos práticos para resgatar a sua identidade e o seu bem-estar.” Quando estabelecemos pequenas metas diárias, conseguimos vencer a sobrecarga”.

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